LGPD-first, não LGPD-friendly
Base legal documentada por finalidade, registro de operações de tratamento. Direitos do titular (acesso, retificação, exclusão, portabilidade) com processo formal e resposta prioritária.

Desksyncservice · desk · OSSem páginas genéricas. Aqui está exatamente como protegemos seus dados, com quais ferramentas, em qual jurisdição, e onde ainda estamos em obras. Quando algo mudar — atualizamos aqui antes de qualquer email.
Operamos como se cada registro fosse próprio. Não vendemos dados e não treinamos modelo terceiro com eles. Acesso interno mínimo, auditado, removido na saída do colaborador no mesmo dia.
Base legal documentada por finalidade, registro de operações de tratamento. Direitos do titular (acesso, retificação, exclusão, portabilidade) com processo formal e resposta prioritária.
Cada role do produto vê só o que precisa. Internamente, acesso à infra é JIT (just-in-time) com aprovação dupla — sem chaves de prod no laptop de ninguém.
App serve da edge Cloudflare com PoPs no Brasil. O banco fica em us-west-2 (Oregon) via Supabase — a região BR está no roadmap (Q4/2026), com migração dos tenants sem custo. Não há replicação para outras regiões.
Row Level Security ativada no DB. set_config("app.tenant_id", $, true) no início de cada transação. Sem ORM mágico — política é verificável em SQL.
Em trânsito: TLS 1.3 obrigatório, HSTS 2 anos, certificados via Let’s Encrypt rotativos. Em repouso: AES-256-GCM, chaves gerenciadas pelo provedor com rotação anual.
Isolates V8 por requisição. Sem persistência entre invocações. Bindings escopados por ambiente. Subrequests outbound auditados em log estruturado.
Rate limiting por IP+token, regras OWASP top-10 ativas, bot management na borda. DDoS Layer 3/4/7 incluso por padrão do provedor.
Cada chamada vira span. PII filtrado no client antes de chegar no Sentry. Retenção 90 dias para logs operacionais, 365 dias para audit trail.
Workers Secrets para tokens e chaves. Rotação trimestral programada. Acesso ao painel exige MFA + IP allowlist da operação.
Upload autenticado com allowlist de tipo e tamanho. Storage versionado por tenant, domínio isolado. Download bloqueia até verificação. Scan de malware opcional (BYOK) para compliance enterprise.
A maioria dos vazamentos não começa na infra — começa em credencial vazada e reuso de senha. Por isso priorizamos SSO + MFA antes de qualquer outra coisa.
No roadmap do GA: SAML 2.0 / OIDC com Okta, Microsoft Entra ID, Google Workspace e Auth0, com provisionamento SCIM 2.0 (admin → admin, deactivate → revoke).
TOTP (Authy, 1Password, Google Authenticator) disponível para roles admin & manager. Recovery codes únicos, criptografados em repouso. WebAuthn/passkey no roadmap.
Toda mudança de estado (ticket, asset, user, role, policy) gera evento com timestamp, ator, IP e diff. Append-only no DB, com viewer e export no app.
Owner, admin, manager, agent, agent-junior, viewer. Permissões por resource (tickets, KB, CMDB, settings) e por escopo (todas, próprias, da equipe). Custom roles em roadmap.
Sessões DB-backed com expiração, refresh token rotativo e invalidação imediata em troca de senha.
Snapshot diário gerenciado pelo provedor de banco. PITR e janelas de backup mais curtas entram com o upgrade do plano de banco.
Meta da decisão de restaurar até o serviço voltar a operar. Runbook de DR documentado, com exercício periódico planejado.
Meta operacional mensal enquanto durar o beta. SLA contratual com crédito e status page público entram com o GA.
Alerta automático (uptime, error rate, threat) ou abertura de incidente por cliente. SEV 0/1/2 classificado em 5 minutos.
SEV 0/1: comunicação direta aos owners afetados, canal dedicado aberto. SEV 2: comunicação assíncrona via changelog.
Causa raiz identificada ou contornada. Update no status a cada 30 min até resolução. Hotfix com revisão dupla quando aplicável.
Documento público para SEV 0/1: timeline, causa raiz, ações corretivas com data. Sem culpa, com responsabilidade.
A gente prefere dizer onde estamos do que pendurar selos que ainda não conquistamos. O que não existe ainda aparece como previsto — sem data prometida, sem "em curso" que não começou.
Base legal documentada por finalidade, processo de DSR (direitos do titular) formalizado. Contrato de tratamento de dados disponível sob pedido.
No roadmap do GA. Os controles técnicos (RLS, audit log, gestão de segredos) já seguem as práticas dos critérios relevantes; o attestation formal depende de engajamento de auditoria independente.
ISMS formalizado e auditoria de certificação previstos após o GA, na ordem do roadmap de conformidade.
Operação e suporte no Brasil; o tratamento de dados segue os subprocessadores listados (edge Cloudflare com PoP no Brasil + Supabase us-west-2), com transferência internacional coberta pelo art. 33 da LGPD. Requisições da ANPD via canal único (legal@desksync.com.br).
Pesquisadores de segurança são bem-vindos. Reporte qualquer suspeita de vulnerabilidade direto no canal abaixo — sem fricção, sem advogado no meio. Não acionamos legal contra disclosure de boa-fé.
O que esperamos no reporte
Chave PGP para reportes sensíveis: publicação prevista no roadmap.
Time, contrato de tratamento, DPA, sub-processadores, documentos de conformidade — qualquer documento que você precise pro seu jurídico, mandamos no mesmo dia.